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9

Nov

Porquê? Porquê e-mail marketing? 30 respostas

Postado em 09 de Novembro de 2008 // Nenhum comentário

 

Veja os motivos para você também entrar nessa.

1. Porque o Brasil tem mais de 32 milhões de usuários de internet.

2. Porque o Brasil já tem mais de 6 milhões de usuários de banda larga e este número cresce rapidamente.

3. Porque as pessoas estão ficando as 8 horas de trabalho diário no frente do Outlook.

4. Porque a comunicação chega em tempo real (time to market).

5. Porque seu cliente pode com um clique ir até a sua empresa, comprar e interagir com ela no seu site.

6. Porque cases como o da Mmartan e da Compujob provam que as vendas aumentam imediatamente após o envio de um e-mail promocional para uma lista de destinatários que são foco da empresa.

7. Porque a Compujob aumentou suas vendas em 80% com o e-mail marketing.

8. Porque, ao contrário do panfleto de sinaleira, da mala direta impressa e do folder o e-mail é uma comunicação limpa, deletável com uma tecla.

9. Porque pesquisa recente (Ibope/NetRatings e Camara-e.net) mostrou que 4 milhões de pessoas já fizeram uma compra on line com ticket médio de R$ 297,00.

10. Porque outra pesquisa da Câmara de Comércio Eletrônico e AMI - Associação de Mídia Interativa com 103.000 pessoas mostrou que 81% delas preferem receber comunicados de empresas por e-mail.

11. Porque só 17,92% preferem receber comunicados impressos.

12. Porque apenas 0,8% preferem o telemarketing.

13. Porque 64% costumam se cadastrar em sites para receber e-mails com informações e promoções.

14. Porque de 6.000 empresas entrevistadas apenas 1,96% não recomendam e-mail marketing por fracassarem com esta ação.

15. Porque 11,93% destas empresas afirmam que o e-mail marketing é o principal veículo de comunicação com o mercado.

16. Porque 27,78% destas empresas afirmam que o e-mail marketing é muito importante na sua comunicação apesar de não ser o principal.

17. Porque outras 24,67% estão iniciando o uso e pretendem intensificá-lo.

18. Porque segundo a Direct Marketing Association, em avaliação entre todos os meios de comunicação, apontou que o RSI (Retorno sobre Investimento) do e-mail marketing e o maior de todos (comparação entre investimento e resultado), sendo quase o dobro da própria televisão e 30X maior que anúncio em revista por exemplo.

19. Porque os relatórios de leitura e cliques são um verdadeiro celeiro de leads quentíssimos para a área comercial atacar.

20. Porque os relatórios de links (editorial) são um celeiro de informações para o marketing, assessoria de impressa e editoria.

21. Porque sua empresa passa a circular periodicamente nos olhos de seu cliente, justamente quando ele está on line.

22. Porque o e-mail marketing pode ser o veículo da sua empresa, que passa a ter autonomia e agilidade sobre sua comunicação com seus públicos.

23. Porque muito resultado. E imediato.

24. Porque associado com o site da sua empresa, com ações como links patrocinados e banner´s em sites o resultado chega a triplicar.

25. Porque sua empresa pode crescer seu banco de dados de destinatários em 100X em 1 ano.

26. Porque o e-mail marketing feito por uma empresa legal e identificada é tão ou menos invasivo que uma mala direta impressa, que um sujo panfleto na janela do carro, que um outdoor ou mesmo que uma propaganda na TV. Todas comunicações que nunca pedimos mas que nos dão oportunidade de travar conhecimento com novos produtos, empresas e promoções.

27. Porque se comunicar com as pessoas é uma obrigação da empresa.

28. Porque aumenta muito o tráfego no site da sua empresa.

29. Porque é muito barato.

30. Porque a comunicação entre a empresa e as pessoas que a cercam é o maior barato.

Fonte: Relacionamento Digital

9

Nov

Fora da Rede

Postado em 09 de Novembro de 2008 // Nenhum comentário

 

Enquanto o uso da internet para fazer negócios é uma realidade em médias e grandes empresas, as microempresas ainda se encontram num patamar inferior. Cerca de 74% das empresas com até nove funcionários não têm website e 36% ainda utilizam correio tradicional para se comunicar, ao invés de e-mail. Os dados são da pesquisa TIC Microempresa, divulgada nesta sexta-feira (07/11) pelo Comitê Gestor da Internet Brasil (CGI.br), referente ao ano de 2007.

A pesquisa aponta ainda que, enquanto 90% dos estabelecimentos maiores têm acesso a computadores, entre as microempresas o índice é de apenas 81%. Já a conexão à internet está presente em 69% delas. “De maneira geral, os números da TIC Microempresas 2007 mostram que o potencial de desenvolvimento oferecido pela Internet ainda não é devidamente explorado pelas pequenas empresas”, comenta Mariana Balboni, gerente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br).

Além disso, 74% desses empreendimentos utilizam serviços do governo eletrônico. Porém, iniciativas ainda não se mostram suficientes porque conta com os órgãos públicos pela rede é maior em estabelecimentos com mais de dez funcionários (índice de 89%). “Muitas empresas deixam de aproveitar ótimas oportunidades de negócio com seus clientes ou até mesmo com órgãos públicos”, diz Mariana. “Leilões do Governo e outros serviços de Governo Eletrônico, assim como o comércio eletrônico são ótimas opções não somente para o cidadão, mas também para o microempresário, que pode tornar boa parte de seus contatos mais produtivos”, ressalta.

Para fazer compras, 43% dos microempresários utilizam a internet – contra 64% das empresas maiores. Ainda assim, as compras on-line representam um percentual médio maior do total de compras realizadas (31%) do que nas maiores (24%). A preocupação com segurança na rede também é baixa. Quase 70% disseram não adotar medidas para proteger o sistema, exceto o antivírus.

Mas 13% dos entrevistados relataram que contrataram profissionais de TI nos doze meses que antecederam a pesquisa. Porém falta de estudos, de treinamento específico e de experiência foram fatores que dificultaram a contratação para 18% deles.

O estudo completo pode ser encontrado aqui.

Fonte: B2B

7

Nov

Artigo: A importância do suporte técnico

Postado em 07 de Novembro de 2008 // Nenhum comentário

 

Apesar da evolução do mercado de TI brasileiro, são poucas as empresas que têm o compromisso de garantir a otimização e o funcionamento das soluções que oferece, objetivando relacionamentos de longo prazo com seus clientes. Muitas focam apenas na venda em si, esquecendo que o suporte técnico pode fazer toda a diferença para o sucesso de um projeto.

É preciso despertar a consciência de que imprevistos são acontecimentos que podem significar gastos adicionais ou prejuízos incalculáveis. Por isso, saber evitar tais falhas inesperadas ou ter em mãos uma solução rápida para oferecer é essencial para evitar crises e fidelizar os clientes, que devem ter a certeza de cobertura em todas as situações, por mais complexas que sejam.

As empresas precisam manter à disposição de seus clientes uma equipe técnica especializada, pronta para prestar o melhor atendimento e garantir a resolução imediata a esses eventuais imprevistos. É importante também que os serviços abranjam desde o atendimento telefônico, até a manutenção com atendimento local nas soluções de missão crítica. Dessa forma, garantir a qualidade de funcionamento e a maior eficiência do negócio do cliente torna–se desafios viáveis.

Mas, em contrapartida à falta de preparo e preocupação de algumas empresas com o suporte técnico, novas tendências surgem no mercado, para otimizar esta área. Nos últimos três anos, as tecnologias de acesso remoto têm sido bastante difundidas. Tais tecnologias permitem que o técnico do suporte acesse o ambiente dos clientes, sem que haja necessidade de sua presença física. Entre as tecnologias de acesso remoto podemos citar: PC Anywhere, Log Me In e Webex.

A utilização da criptografia - processo que transforma a informação da sua forma original para outra ilegível, fazendo com que seu reconhecimento seja possível apenas por seu destinatário - também é um dos recursos que facilitou a adesão dos clientes ao acesso remoto. Por meio dessa assinatura, a segurança é alta e não expõe os ambientes corporativos a possíveis invasões de hackers.

A partir do acesso remoto todos têm a ganhar - cliente e fornecedor. Com ele, é possível ampliar de forma significativa a agilidade do serviço prestado pois a solicitação é atendida em minutos, comparado às horas que poderia levar o atendimento pessoalmente, levando em consideração o tempo de deslocamento e a resolução efetiva do problema. Já a empresa responsável pelo projeto pode otimizar o trabalho de seus funcionários, reduzindo os custos embutidos nas visitas.

O suporte técnico é uma das partes mais importantes de um projeto. Ele é responsável pela instalação e homologação do produto, além da manutenção no pós-venda – processo fundamental para potencializar todas as funcionalidades do produto, identificar possibilidades de melhoramento da ferramenta ou ainda de novas necessidades de expansão do projeto.

*Ricardo Caldas é Engenheiro e Mestre em Engenharia Elétrica pela UnB e presidente da Telemikro - fornecedora de soluções e serviços de comunicação corporativa.

Fonte: B2B

Acesso em agosto atinge 24,3 milhões de brasileiros, potencializado por sites de turismo e esportes após Jogos Olímpicos de Pequim.

O número de usuários acessando a internet a partir de suas casas totalizou 24,3 milhões em agosto, aumento de 26,1% e relação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados pelo IBOPE//NetRatings na quarta-feira (01/10).

Na comparação com o mês de agosto de 2006, o número de usuários ativos representa um crescimento de 78% em relação ao 13,6 milhões registrados há dois anos.

Ainda que a quantidade de brasileiros navegando tenha aumentado, as horas gastas online caíram. Em agosto, foram 23 horas e 50 minutos, tempo 4,3% menor que o mês anterior.

Mesmo com a queda, o Brasil manteve a liderança no quesito entre todos os outros mercados globais, a frente de Reino Unido (21 horas e 45 minutos) e Alemanha (21 horas e 2 minutos).

Entre os conteúdos acessados, os destaque são as categorias “Viagens e Turismo”, com acesso 52,2% maior que o mesmo mês no ano anterior, e “Esportes”, potencializado principalmente pelos Jogos Olímpicos de Pequim.

Segundo o IBOPE//NetRatings, 44,5% dos internautas brasileiros acessaram sites dentro da categoria, batendo o recorde anterior de 42,2% alcançado em julho de 2007 com os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro.

O interesse do brasileiro pela competição também foi o maior entre todos os mercados analisados pela consultoria, batendo França (42,2%), Reino Unido (41,1%) e Estados Unidos (41,7%).

Fonte: IBOPE

24

Out

A publicidade e a crise

Postado em 24 de Outubro de 2008 // Nenhum comentário

 

O mercado mundial teme e treme ao ver atônito o despencar contínuo da maior economia do mundo. O mais sensato seria parar de investir. Talvez para o resto do mundo, não para o Brasil.

Ninguém consegue entender como aconteceu. Muitos perderam os cabelos, milhões de dólares e a sustentabilidade construída por anos a fio. Já vimos muitas crises no decorrer destes anos, e em todas elas, de alguma maneira, o Brasil era um alvo fácil de ser atingido. Disse era, porque não é mais.

O país, além de não ter responsabilidade nenhuma sobre essa “montanha russa”, está no seu melhor momento comercial, revitalizando seu mercado interno, forte economicamente e, apesar dos contras, crescendo. Felicidade para a publicidade brasileira, felicidade para os anunciantes. Apesar de todo este cenário favorável, o fato é que a crise que encontrou casa no mundo está derrubando as expectativas de muitos investidores, que apavorados com o sobe e desce, pisaram fundo no freio. Já se fala até em demissões em massa e fechamentos.

Você deve estar pensando: Ora, é perfeitamente clara e sensata esta decisão, uma vez que o mundo está reagindo da mesma forma, cortando gastos, esperando a “poeira baixar” para depois avaliar os prejuízos, contar os mortos e os feridos e ver a possibilidade de vida depois desta tremenda batalha. Seria, se não fôssemos brasileiros.

Seria se nós não pensássemos em marketing como nenhum outro país pensa, se não enxergássemos que as maiores oportunidades de expansão e crescimento estão justamente intrínsecas em momentos como esse. Seria a melhor opção, se não tivéssemos um mercado ativo, vivo e disposto a receber o que as mentes mais criativas do mundo concebem em nossas agências.

Sabemos que esta crise é muito mais agressiva que a Grande Depressão de 1929. O impacto hoje devido à quase inexistência de fronteiras será maior. Mas aí também reside a oportunidade de estar evidente, de mostrar para o consumidor que realmente o que foi propagado nas campanhas é verdade, que a marca é sim forte e está aquém das crises mundiais.

Este artigo não pretende levar ufanismo a ninguém, nem promove engajamento a nenhuma causa pré-estabelecida. Nós, que vivemos o “day by day” da comunicação, sabemos que existe uma terra inexplorada a ser descoberta nesse período. É a hora da virada de mesa para alguns poucos, e da estagnação para muitos.

E você, de que lado vai estar?

Fonte: Imasters

15

Out

Comércio eletrônico deve faturar R$ 8,5 bi

Postado em 15 de Outubro de 2008 // Nenhum comentário

 

O comércio eletrônico no Brasil deve fechar o ano de 2008 com um faturamento de R$ 8,5 bilhões, crescimento de 35% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo relatório divulgado pela e-bit Informação, especializada  em pesquisas sobre hábitos e tendências do e-commerce no Brasil.

A expansão do comércio pela internet está relacionada ao aumento do número de consumidores, que cresceu 42% de janeiro de 2007 a junho de 2008. Isso significa que as lojas virtuais conquistaram cerca de 3,5 milhões de novos compradores. Só no primeiro semestre deste ano o faturamento foi de R$ 3,8 bilhões.

Para o diretor comercial da e-bit Informação, Maurício Salvador, as vendas online possibilitam que a cadeia produtiva de distribuição perca intermediários, diminuindo o custo do produto. “Além da vantagem da compra direta, o comércio eletrônico está investindo cada vez mais em segurança na navegação, o que gera a confiança do consumidor”, explica.

Mais de 11,5 milhões de pessoas já experimentaram comprar produtos pela web. As vantagens que atraem os consumidores são frete grátis, facilidade de compra, além da praticidade em comparar preços.

Fonte: B2B

11

Out

Serviços de TI para o mundo

Postado em 11 de Outubro de 2008 // Nenhum comentário

 

Entre os dias 28 de fevereiro e 2 de março, executivos do setor financeiro internacional estarão no Brasil para conhecer casos de sucesso de tecnologia da informação aplicada em grandes instituições financeiras no País. A iniciativa é da Brasscom – Associação Brasileira de Empresas de Software e Serviços para Exportação -, e conta com o apoio da Câmara Americana de Comércio de S. Paulo (Amcham - SP).

A comitiva internacional é formada por altos executivos responsáveis por global sourcing de grandes empresas e consultorias dos Estados Unidos e Europa. Tais companhias têm demonstrado claro interesse em encontrar no mercado brasileiro uma alternativa para serviços offshore (terceirização de serviços em outros países) que ofereçam qualidade, preços competitivos e segurança. Hoje, a Índia domina este segmento, com cerca de 80% de participação mundial na exportação de software e serviços de tecnologia da informação. Os 20% restantes são disputados pelo Brasil, China, Malásia, Filipinas, Rússia e México.

“Este encontro mostra o interesse dos Estados Unidos e da Europa em estabelecer o Brasil como um dos principais exportadores de serviços de TI e software de qualidade. Chegou a hora de consolidarmos os negócios do Brasil com clientes internacionais”, afirma Antonio Carlos Rego Gil, presidente da Brasscom, ao lembrar que esse tem sido o papel da entidade ao longo de seus três anos de existência.

Agenda

A agenda dos executivos internacionais nos três dias está totalmente ocupada entre palestras e visitas a empresas e pólos tecnológicos. Em 28 de fevereiro, o grupo reúne-se, pela manhã, com a Brasscom na Amcham - SP, em evento para falar sobre as características da indústria brasileira de TI. Neste mesmo dia, nove empresas associadas à Brasscom mostrarão seu avanço tecnológico e investimentos para conquistar o mercado internacional. As empresas que farão as apresentações são: CPM, Itautec, Stefanini, Politec, Tivit, Braxis, BRQ, Datasul e DBA. No período da tarde, a comitiva conhecerá instalações tecnológicas de grandes bancos brasileiros.

No dia 1º de março, os executivos internacionais irão para a região de Campinas, junto com a Brasscom, para conhecer centros de desenvolvimento de software e de prestação de serviços de grandes empresas, além de centros de pesquisa. Áreas de tecnologia de outros bancos integram a agenda do dia.

No dia 2, a comitiva finaliza sua vinda ao Brasil acompanhando a 1ª Conferência Internacional de Software e Outsourcing do Rio de Janeiro, também organizada pela Brasscom. A conferência acontecerá no hotel Iberostar Copacabana (ex-Meridién), e terá a presença de analistas e consultores de mercado (IDC e AT Kearney). O evento também apresentará casos de sucesso e iniciativas do Governo e da Brasscom na área de educação técnica superior e capacitação na língua inglesa.

Fonte: B2B

11

Out

60% das empresas terão comunidade online

Postado em 11 de Outubro de 2008 // Nenhum comentário

 

Para fazer novos negócios com a crescente “geração virtual”, as empresas terão de oferecer, ou então conectar-se, a aplicações sociais para atrair clientes com informações sobre o que precisam para conduzi-los em direção a produtos e serviços. A análise é do Gartner, fornecedor de pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia. Em 2010, mais de 60% das empresas do ranking Fortune 1000, que já têm um website, estará conectada de alguma forma a comunidades online, como forma de relacionamento com os clientes.

“Um benefício-chave da criação de uma comunidade é a quantidade de informações que uma organização pode obter sobre sua base de clientes, que podem ser utilizadas a curto e longo prazo como relacionamento com os mesmos”, afirma Adam Sarner, analista principal do Gartner. “Os dados podem ser obtidos e usados para o desenvolvimento de produtos, feedback de clientes, fidelização, gestão, segmentação de cliente, campanhas e a satisfação dos consumidores ou de colaboradores. Esta riqueza de informações pode ser utilizada de forma comercial ou individual”, completa.

No entanto, formar uma comunidade online não é uma iniciativa livre de desafios. O Gartner prevê que, até 2010, mais de 50% das empresas que tiverem uma comunidade online vão deixar de focar em cliente e empresa, deixando de investir nesses dois valores. Para acabar com este problema, as organizações terão novas competências para atender às necessidades do consumidor 2.0.

Fonte: B2b Magazine

2

Out

Loja Virtual X-Treme Sports

Postado em 02 de Outubro de 2008 // Nenhum comentário

 
Desenvolvemos para a X-Treme Sports uma solução de e-commerce (comércio eletrônico), onde o cliente possui uma loja virtual 24 horas por dia com todo seu catálogo de produtos disponível para ele com preços coerentes ao mercado e ótimas condições e formas de pagamentos. Assim a X-Treme Sports, abrange o mercado nacional e aproveita o grande crescimento do segmento eletrônico, usufruindo de mais de 46 milhões de clientes potenciais.

Para acessar a loja virtual clique no link abaixo e confira:
http://www.x-tremesports.com.br

30

Set

Luani Papelaria é Destaque em Revista Nacional !

Postado em 30 de Setembro de 2008 // Nenhum comentário

 

O website da Luani Papelaria está em destaque na Revista Papel & Arte da Editora HAMA de setembro de 2008. A matéria aborda as empresas “Conectado aos bons Negócios”.Revista Papel & Arte

Cliente utiliza solução de B2B (Business to Business) (empresas para empresas) ou seja sistema onde as empresas fazem os pedidos on-line.
A revista localizou o site da Luani e convidou a diretora Lúcia S. Augustin para fazer a matéria onde ela declara “Trabalhamos com o sistema B2B, em que nossos clientes fazem os pedidos on-line que ficam registrados em um histórico, e nós cuidamos de todas as entregas. Muitas pessoas chegam aqui, também, por meio de sites de busca como o Google.”
A empresária está muito satisfeita com sua solução, muitos negócios já estão vindo pela página e muitos outros também virão.

Site: http://www.luani.com.br

Depoimento:
“Na era da economia e do conhecimento busca-se através da tecnologia excelência nos resultados para nossas empresas. Em parceria com a Xthor, através do nosso novo website, visualisamos um novo mercado que está crescendo rapidamente e será o foco das negociações futuras. Parabenizamos a Equipe da Xthor pelo dinâmismo, talento e garra.”

Diretora Geral

Maria Lucia S. Augustin

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